
Os que defendem a liberalização da televisão acham que não há espaço para mais um canal televisivo. Liberalização sim, mas desde que não afecte os interesses instalados (não é Dr. Balsemão?).
Os outros vêem nesta acção do governo uma forma de condicionar a política informativa dos canais existentes. Nada mais rebuscado que esta tese.
Esta iniciativa do governo é de saudar. A concorrência nunca fez mal a ninguém e o mercado vai-se encarregar de escolher o melhor produto. Alguém tem dúvidas?
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