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sexta-feira, maio 1

Pedido de desculpas

O PS entende que o PCP e a CGTP deveriam pedir-lhe desculpas pela agressão de foi vítima Vital Moreira. Desculpas para quê? Não vale a pena. A democracia não contempla actos como este. O PCP está fora de qualquer enquadramento democrático, logo pedir desculpas para quê?

segunda-feira, setembro 15

Os dois juntos

Carvalho da Silva e Mário Nogueira estão os dois juntos na defesa da escola pública. Eu não acredito que o objectivo seja este, porque senão teria que admitir que a ministra da educação recebeu dois aliados de peso.

quarta-feira, junho 25

Quais são as razões?

Ontem ouvi o número dois do CGTP, controleiro do CC do PCP, afirmar na TSF que a CGTP não tinha tempo para analisar com atenção as novas propostas do governo sobre o Código de Trabalho, mas logo foi adiantando que estariam contra. Não leu, não teve tempo para analisar, mas a sua estrutura sindical estava contra.
Hoje, verifico que a CGTP abandonou a reunião da Concertação Social. Nada que me surpreenda, mas que penaliza os trabalhadores representados por esta estrutura sindical.

segunda-feira, maio 5

Revisão do Código do Trabalho

A CGTP reuniu-se com o PS, a quem apresentou as conclusões do seu XI congresso. A CGTP informou que pediu ao PS para trazer esta revisão para o primeiro plano da agenda política. Eu pensava que esta revisão estava claramente na primeira linha da agenda política, pelo menos a julgar pela agitação promovida por esta central, mesmo antes de estar fechado o processo em sede de concertação social.
O PCP já fez o trabalho de casa, ao afirmar que vai apresentar uma moção de censura ao governo, por causa da revisão do Código do Trabalho.
Tem a palavra a CGTP.

quinta-feira, janeiro 17

quarta-feira, janeiro 9

Braço de ferro

A CGTP vai realizar o seu congresso nos dias 15 e 16 de Fevereiro. O PCP está cada vez mais incomodado com a liderança de Carvalho da Silva. Os comunistas sempre entenderam o movimento sindical como uma correia de transmissão das orientações emanadas do Comité Central. Não era agora, que iam pensar de forma diferente, pois esta é uma questão central para os comunistas.
Tudo isto no passado foi correndo mais ou menos bem, só que Manuel Carvalho da Silva está cada vez menos para ai virado, o que significa que não está disposto a aceitar ser uma mera correia de transmissão. Ele é capaz de fazer melhor e acredita que a CGTP só tem a ganhar em se autonomizar em relação ao PCP.
Têm decorrido algumas reuniões para se chegar a um entendimento sobre uma lista a apresentar ao congresso. Estas reuniões não têm sido conclusivas, o que pode levar ao abandono de Manuel Carvalho da Silva da liderança da CGTP.
Apesar das diferenças que me podem separar do líder da CGTP reconheço-lhe, sem esforço, uma grande capacidade de liderança e de qualidade política e sindical. Não será fácil para o PCP deixar cair Carvalho da Silva e arranjar uma liderança consensual para a CGTP.

domingo, dezembro 2

Faz o que digo, não o que eu faço

É muito fácil criticar o governo em matéria laboral, mas seria bom que a CGTP olhasse um pouco para dentro.
Na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça em Famalicão 10 dos 12 professores são trabalhadores precários. Têm os mesmos deveres que os do quadro, mas não têm os mesmos direitos. Assim não vale.

quarta-feira, novembro 21

A oportunidade perdida

Ontem José Sócrates perdeu uma oportunidade. Depois de ter sido vaiado em vários actos públicos onde participou, ontem se fosse ao Figo Maduro teria recebido aplausos dos mesmos que o vaiaram.

segunda-feira, outubro 22

Direitos dos trabalhadores

Estava a ler o Avante on-line e de repente dou com duas notícias de grande relevância. Posteriormente, verifico que também aqui deram pela relevância da coisa.
Nada de mais relevante, a China é o expoente máximo do emprego com direitos e a Europa em que a ausência de direitos é qualquer coisa de sério.
A par com a Birmânia, com a Coreia do Norte e com Cuba a China é o país onde os direitos dos trabalhadores são mais defendidos, a começar pelo direito de associação livre e de criação de sindicatos. Aliás, nunca se viu nada de mais democrático em todo o mundo. As eleições, quando existem, decorrem na maior normalidade, os partidos políticos defendem as suas propostas eleitorais e todos estão representados nos respectivos parlamentos.
É por estas e por outras que o PCP não pode ser levado a sério. Mesmo nada.