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quarta-feira, abril 30

Idosos na Beira Interior

Um estudo elaborado pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade da Beira Interior, nos concelhos da Guarda, Covilhã, Castelo Branco e Seia concluiu :
1. Faltam 6500 vagas para idosos na Beira Interior;
2. Falta de investimento em recursos humanos;
3. Falta de actividades socioculturais;
4. Inexistência de trabalho em rede entre as várias instituições.
Quantas vezes são os cidadãos confrontados com este problema: os serviços estão virados para dentro e não têm em conta as necessidades dos utentes. Isto é verdade nas escolas, nos serviços públicos e também nos lares de idosos.
A formação dos recursos humanos é o único caminho para que os idosos não se sintam desqualificados e inúteis.
O trabalho em rede entre as várias instituições é fundamental para que possam partilhar experiências entre si.
Este trabalho faz-nos pensar, este é também o papel da Universidade. Bem-haja à UBI.

quarta-feira, janeiro 23

A imaginação ao poder

A CM de Chaves decidiu converter as 50 escolas do primeiro ciclo que enceraram devido à falta de crianças em centros de convívio para idosos.
Cerca de 25% da população do concelho tem mais de 65 anos. Esta medida permite utilizar instalações já existentes e que depois de pequenas obras ficam disponíveis para os mais idosos. As instalações terão uma sala de convívio e serão servidos almoços e lanches. Poder ver o que, alguns autarcas são capazes de fazer pelos seus munícipes aqui.

sexta-feira, novembro 9

Estranha forma de vida

Este país está cada vez mais estranho, alguns dirão que este clima é favorecido pelo governo e pelo primeiro-ministro. Eu penso que não, mas compete ao governo por fim a este estado de coisas.
Apenas dois exemplos: senhora obrigada a regressar ao trabalho numa autarquia (funcionária da junta de freguesia de Vitorino de Piães) quando está praticamente inválida e lar de idosos encerrado (em Valongo).
Em relação ao primeiro caso, é mais um de entre muitos em que as juntas médicas realizadas pela CGA conclui que as pessoas podem voltar a trabalhar mesmo que estejam incapacitadas para tal (no caso em apreço basta observar para se concluir que esta senhora não podia trabalhar). O ministro das finanças teve que pedir à CGA para reavaliar este caso. Como afirmou esta senhora, foi preciso vir para a praça pública expor o seu caso, para que houvesse o reconhecimento da sua incapacidade. E aos médicos, ninguém vai pedir responsabilidades?
O caso de Valongo é mais do mesmo. Licenciamentos que demoram eternidades, e idosos mal tratados. O facto de existir licenciamento não impede os maus tratos, por isso as medidas de fiscalização activas devem ser permanentes.
Estes dois exemplos traduzem uma desumanidade cada vez mais presente na sociedade portuguesa e à qual tem que se pôr cobro.