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sábado, maio 2

Combate à crise

As propostas crise, por parte do PCP e do BE constituem o maior embuste de que há memória na vida política portuguesa. Significam cavalgar a onda da contestação. Os resultados das sondagens deixam perceber a demagogia destes dois partidos. Pedidos de aumentos generalizados de salários, prolongamentos das prestações sociais, como o subsídio de desemprego, são propostas irrealistas que podem conduzir o Estado e as Empresas a situações de insolvência. Os votos no curto prazo, podem transformar-se a médio prazo num problema grave.
Também a direita tem proposto cortar nos impostos, mas o problema é que se curto prazo (a crise) poderia ter algum impacto, no médio prazo teríamos um aumento de défice, que conduziria a um aumento dos ditos, não sendo claro que a diminuição dos impostos conduza a um aumento do consumo, o que seria normal é que na situação actual resultasse em mais poupança.
No digo que exista uma perfeição total nas propostas no governo, mas quer de um ponto de vista social, quer ao nível do apoio às PME´s, tem sido feito um esforço considerável, e até muito para além do que será desejável em termos orçamentais.
Até as eleições a discussão não deveria ser em termos do investimento público, mas sim na sua eficácia no combate à crise. O investimento público é desejável e necessário se tiver impacto imediato nas empresas e no país. Auto estradas, escolas, banda larga podem ser importantes porque têm um efeito rápido. Os projectos mais estruturantes (TGV e novo aeroporto) são mais demorados e logo não tão eficazes no curto prazo.
Que a tentação de dizer mal, não prejudique o combate à crise.

sexta-feira, fevereiro 13

Se ele o diz

"Nem a crise, nem o escândalo ajudaram o PSD e Manuela Ferreira Leite.", Vasco Pulido Valente.

Sintomas da crise

domingo, fevereiro 8

Rescates financieros para incompetentes

Lo que aquí está en juego es algo más que la imparcialidad, aunque ésta también cuente. Salvar la economía va a ser muy caro: es probable que ese plan de estímulo económico de 800.00 millones de dólares sea sólo un anticipo, y que rescatar el sistema financiero, incluso si se hace bien, cueste cientos de miles de millones. No podemos permitirnos el lujo de despilfarrar el dinero regalándolo como si creciese en los árboles a los bancos y a sus ejecutivos sólo para mantener la ilusión de que son propiedad privada.
Todo o artigo de Paul Krugman pode ser lido aqui.

Aliança entre o Estado e o Mercado

Pregunta. ¿Qué lecciones podemos aprender de la situación que estamos viviendo?
Respuesta. Podemos aprender muchas lecciones distintas. Una de ellas es que necesitamos una buena alianza entre el Estado y el mercado. No podemos depender exclusivamente de la economía de mercado; el Estado también tiene un papel que desempeñar. El origen de esta crisis está en el desmantelamiento de la regulación en EE UU bajo la presidencia de Bush y, hasta cierto punto, de las presidencias de Clinton y de Reagan. Durante esos años se eliminaron mecanismos de control que hubieran limitado la creación de activos tóxicos como los que han arruinado el sistema bancario. Esos controles hubieran sido muy importantes porque ahora existen muchos mercados secundarios, como el de derivados y otros, que permiten a quienes generan esos activos tóxicos pasarlos a otros y quitarse de encima la responsabilidad. Ha habido una enorme falta de responsabilidad y necesitamos que el Estado establezca la regulación necesaria.
Leia aqui toda a entrevista de Amartya Sen, Premio Nobel de Economía 1998.

quinta-feira, fevereiro 5

O Dr. Loureiro não percebeu?

Proteccionismo

Um mau sinal para o combate à crise, vem do lado onde mais se esperava.

Fiquem descansados

Questionado no Parlamento sobre a não inclusão dos prejuízos das operações de Porto Rico nas contas de 2001, Vieira Jordão antigo responsável da SLN Novas Tecnologias, respondeu: "O Dr. Oliveira Costa respondeu-me "fique descansado, está tudo controlado".
Até hoje estamos todos descansados, ou não estamos?

quarta-feira, fevereiro 4

segunda-feira, fevereiro 2

Optimismo em situação de grande depressão

Um bom artigo para se compreender que se pode ser optimista em períodos de crise.

Davos

John K. Galbraith decía que hay dos clases de expertos en economía: "Los que no tenemos ni idea y los que no saben ni eso". El economista Martin Wolf se apuntó ayer al primer grupo: "Honestamente, no sabemos qué va a ocurrir". "Pero lo seguro es que las próximas noticias van a ser peores", replicó el número dos del FMI, John Lipsky.

La fe en una mezcla de globalización, innovación financiera y fundamentalismo de mercado ha desaparecido. El Estado vuelve a estar de moda.

Pode ler tudo aqui.

Metidos en un lío

Por otra parte, Obama es, como su predecesor ha dicho, el que decide. Y va a tener que tomar algunas decisiones importantes muy pronto. En concreto, va a tener que decidir lo audaces que van a ser sus pasos para mantener en pie el sistema financiero, cuyas perspectivas han empeorado tan drásticamente que un número sorprendente de economistas, no todos especialmente progresistas, sostienen ahora que la solución de la crisis tendrá que pasar por una nacionalización temporal de algunos bancos importantes.

Paul Krugman está todo aqui.

A xenofobia

A situação política, económica e social resultante da crise está traduzido nesta fotografia.
Não é preciso escrever mais. Está lá tudo.

sexta-feira, janeiro 23

A crise segundo Joe Berardo

Há uma ideia de que a crise não pára. Vai continuar a investir na bolsa?
Não sei. É nisto que eu estou banzado. Tudo aquilo que eu aprendi até agora, que era analisar as potencialidades, os endividamentos, os dividendos, foi tudo por água abaixo e eu tenho que voltar a aprender de novo. Tem que haver um novo sistema. Agora é o Governo que vai emprestar dinheiro às empresas... Isto nunca me passou pela cabeça.