Mostrar mensagens com a etiqueta Governo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Governo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, abril 30

Aqui está uma medida com sentido

Esta não

O Governo vai reduzir as multas ambientais, para proteger pessoas singulares e pequenas e médias empresas. Uma proposta de lei neste sentido foi aprovada hoje em Conselho de Ministros…
Se isto é verdade (está no jornal Sonae, logo deve ser tratada com reservas) então estamos mal. O combate à crise não se faz com medidas destas. Nem aqui, nem em nenhum lugar. É um mau princípio ambiental, de respeito por todos nós, pelas gerações futuras e sem ajudar a resolver o problema que supostamente deveria ajudar.
Uma vergonha, que não se percebe o sentido, abrindo uma frente de batalha onde ela não era precisa.

sexta-feira, fevereiro 13

A TVI e Pina Moura

Pina Moura quando foi trabalhar para a Média Capital foi um problema. O PSD, mas não só, logo tratou de dizer que para além da RTP que estava (e para eles continua) governamentalizada , agora era a TVI.
Como se viu, isto não correspondeu à verdade. Agora Pina Moura vai-se embora. Problema resolvido para a oposição?

segunda-feira, dezembro 15

Até os alemães

Até a Sra. Merkel percebeu que não pode ficar sentada. Agora o único que está sentado é o Dr. Pacheco Pereira e o seu partido. Dava-lhe jeito que o governo ficasse sentado.

sábado, dezembro 13

Código do Trabalho

Cavaco Silva enviou o Código do Trabalho para o Tribunal Constitucional para este fiscalizar uma norma deste código.
Há algum mal neste facto ou Cavaco Silva apenas usou as suas competências constitucionais? Para mim é uma das suas competências. Cada um deve exercer as suas. Sem dramas.

terça-feira, setembro 23

A liberdade de informação

O Dr. Pacheco Pereira (PP) continua a sua cruzada contra a RTP. Qualquer noticia que cubra a actividade do governo é entendida como propagada. Nada lhe escapa. Se o Magalhães é entregue nas escolas pelo primeiro-ministro, e se as televisões estão por perto isto é propaganda, se o governo assina qualquer contrato para a instalação de um empresa internacional e as televisões estão por perto, isto é propaganda. Tudo o que seja informar sobra as actividades do governo é mera propaganda.
PP que é o grande responsável pela política do silêncio de Manuela Ferreira Leite está preocupado com a política de visibilidade que os outros vão obtendo de acordo com as suas iniciativas. Assim não está certo. O que era bom para PP, mas mau para o país é que o caos de instalasse, como isto não acontece lá vem a conversa do défice democrático.

terça-feira, setembro 9

Quem disse?

"É um facto que os resultados melhoraram e isso significa que mais alunos têm um percurso escolar regular, que transitaram de ano. É isso que se espera das escolas, é isso que se espera dos professores, foi isso que as escolas e os professores fizeram nos últimos anos: trabalhar intensamente, de uma forma diligente, esforçada, para melhorar os resultados".
Não foi o Prof. Mário Nogueira. Era lá possível o Prof. fazer um elogio à classe dos professores que diz representar.
Veja aqui quem disse.

segunda-feira, julho 28

Em Agosto não se paga

A tradição, neste caso, ainda é o que era.

sexta-feira, julho 11

O Estado da Nação

O debate de ontem no Parlamento foi importante, pois colocou mais uma vez em evidência a inexistência de uma alternativa política ao actual governo. Mas, como salienta, e bem, Medeiros Ferreira, a política regressou ao parlamento.
A política regressou ao parlamento, porque começam a ser evidentes as diferenças em algumas áreas entre o PS e o PPD/PSD.
Os neoliberais tomaram conta do principal partido da oposição, e a Dra. Manuela aos poucos vai perdendo o seu verniz social-democrata com que iniciou a liderança. Em pouco tempo, esta mudança de agulha é significativa. A nomeação do “guru” Relvas para o IPSD é apenas um sinal, mas um sinal importante.
Os estragos causados pela única aparição pública de MFL (entrevista à TVI) ainda se fazem sentir. Relembro o regresso ao “país de tanga”, a reclamação do fim do investimento público e uma frase arrasadora sobre a família. Desde esse momento que as elites tentam apagar este autentico barril de pólvora deixado pela entrevista.
No debate sobre o Estado da Nação, foi claro que o PPD/PSD recuou. Recuou em relação ao “país de tanga” e recuou em relação ao investimento público. Em relação a este, não foi capaz de identificar qual ou quais deveriam ser abandonados. Tomar decisões, implica, em alguns casos ser impopular. Nesta fase do ciclo político o partido da oposição não quer para si o ónus de ser impopular. Afirmou Paulo Rangel: “O PSD não está contra obras públicas em geral nem contra nenhuma em concreto". Menezes, que tinha prometido ficar calado, não resistiu e avançou com criticas à nova liderança.
O governo enfrentou este debate com um conjunto de medidas concretas de combate à crise, ajudando as famílias:
1. Habitação: Maior dedução das despesas com habitação em todos os escalões do IRS;
2. Transportes: Passes sociais mais baratos para os jovens até aos 18 anos;
3. IMI: Alteração do número de anos de isenção e alteração das taxas;
4. Acção Social Escolar: Aumento do número de beneficiários.
Tudo isto vai ser pago com a taxa sobre ganhos extraordinários das petrolíferas.
Contas feitas o saldo orçamental vai ser positivo em 20 milhões de euros, como reconhece o Público.
Começa a ser clara a linha de separação entre o PS e o PPD/PSD. O primeiro quer salvar o Estado Social como factor de coesão nacional, o segundo tudo fará para acabar com ele, agravando as desigualdades que diz combater. Significa tudo isto, que se vai iniciar o debate sobre as funções do Estado? Se assim for, este é um bom caminho.
Basta ler a imprensa de hoje, para se concluir que o debate correu bem ao governo, este não se deve resignar e tem a obrigação de manter, e de levar até ao fim, as reformas. O país agradece.

quarta-feira, julho 9

O Estado da Nação

Apesar da enorme contestação, vejam os resultados da Educação. Ainda há dúvidas, sobre a política do governo e da sua ministra?
Também não há dúvidas sobre o resultado na Justiça. Para quando uma reforma que leve os cidadãos a acreditar que é possível haver justiça em tempo útil para todos?
Os resultados na Saúde e Economia são razoáveis. No primeiro caso a saída de Correia de Campos não foi positiva, no segundo a crise está a bater (apesar do governo não baixar os braços).
Sondagem para o Expresso feita pela Eurosondagem.

terça-feira, julho 8

A SEDES

A SEDES volta ao ataque na véspera do debate sobre o Estado da Nação que vai decorrer na próxima quinta-feira no Parlamento.
A presença de Campos e Cunha na liderança da SEDES, já antecipava este tipo de ataques. Desde que saiu do governo que Campos e Cunha tudo tem feito para desacreditar o executivo de José Sócrates, Umas vezes com razão, outras nem por isso.
A SEDES emitiu um novo documento sobre a situação económica, social e política em Portugal.
O Governo, após três anos de esforços de estabilização orçamental e de várias reformas que exigiram coragem política, dá agora sinais de preocupação com o calendário eleitoral em detrimento da administração do País. São disso exemplos a declaração do fim da crise orçamental, a ênfase nos investimentos públicos de grande dimensão, a cedência à agitação social e as recentes baixas de impostos.
Apesar de reconhecer os esforços do Governo, lá vem o problema do calendário eleitoral e a cedência aos grupos de pressão.
O actual governo iniciou um conjunto de reformas corajosas e indispensáveis. São exemplos a consolidação orçamental, a reforma da administração pública, a sustentabilidade da segurança social, a reorganização do Serviço Nacional de Saúde, a redução dos riscos de pobreza entre os mais idosos, a integração dos imigrantes, o funcionamento do sistema educativo, as leis laborais…
Tantas reformas, mas claro o governo em alguns casos não foi hábil e em outros ficou longe do objectivo.
A análise da SEDES vai directo as três áreas da governação, que correm o risco de verem as reformas não concretizadas pelo problema do calendário eleitoral: Saúde; Educação e Regulação do Mercado Laboral.
1. Saúde
O processo técnico de apoio à reorganização do Serviço Nacional de Saúde foi considerado de elevada qualidade. Contudo, um período de forte contestação pública levou a um aparente repensar deste percurso. As transformações em curso no Serviço Nacional de Saúde correm o risco de não serem concluídas, ou mesmo de sofrerem um retrocesso, nomeadamente, na reorganização da rede prestadora.
Sou obrigado a subscrever. A saída de Correia de Campos foi um desastre. A actual ministra não existe. Esta foi a pior cedência de José Sócrates ao longo deste seu mandato.
2. Educação
Este Governo iniciou um conjunto de reformas difíceis e urgentes: fecho de escolas com poucos alunos, introdução do inglês como língua obrigatória desde o início da escolaridade, estabilização do corpo docente, controle de custos, avaliação de desempenho dos docentes, envolvimento das autarquias e dos País na gestão das escolas, etc.
Acham pouco? A ministra não tem fôlego? Os exames deixaram de ser a nódoa do país? Aqui está encontrado o mote, para não dizer bem por parte da SEDES.
3. Legislação Laboral
Na revisão em curso, registe-se a maior certeza jurídica e rapidez processual, importantes para as empresas e para os trabalhadores. Consideramos igualmente positivas a possibilidade, ainda que limitada, de uma indemnização substituir a reintegração de um trabalhador despedido indevidamente e a relativa redução das taxas de contribuição para a Segurança Social dos independentes. O essencial dos direitos dos trabalhadores ficam salvaguardados e aumenta a capacidade das empresas para se adaptarem à mudança.
O que mais quer a SEDES?
Já não há paciência para a SEDES, para os senhores do Compromisso Portugal e para tantos outros que estudam (?) o país, enchem os meios de comunicação social de conclusões, mas dificilmente avançam com alguma proposta. Têm problemas em dizer bem, acrescentado sempre um “mas”.
Documento da SEDES aqui.

quarta-feira, junho 25

Quais são as razões?

Ontem ouvi o número dois do CGTP, controleiro do CC do PCP, afirmar na TSF que a CGTP não tinha tempo para analisar com atenção as novas propostas do governo sobre o Código de Trabalho, mas logo foi adiantando que estariam contra. Não leu, não teve tempo para analisar, mas a sua estrutura sindical estava contra.
Hoje, verifico que a CGTP abandonou a reunião da Concertação Social. Nada que me surpreenda, mas que penaliza os trabalhadores representados por esta estrutura sindical.

segunda-feira, junho 2

Preocupação social

Preocupação social também é isto, mas há quem não veja.

sexta-feira, março 14

Cães perigosos ou pessoas sem nexo?

Para além desta frase imbecil, o autor não se fica por aqui. Não, ele vai mais longe: Por uma questão de precaução é preferível que o Estado não possua nem os meios, nem o know-how, nem o hábito do extermínio.
Será possível ir tão longe, a propósito de uma plano do governo para exterminar 7 raças perigosas de cães?

quinta-feira, fevereiro 28

Mais uma medida destinada a ser contestada

O governo aprovou hoje o alargamento do programa de entrega de computadores nas escolas, aos alunos do 11º e 12º anos. o número de beneficiários aumentou de 500 mil para 750 mil.
Está-se mesmo a ver que esta medida vai ser criticada pela oposição, ou porque é insuficiente ou então porque é eleitoralista.

segunda-feira, fevereiro 25

Quem disse?

«Face à situação de descontentamento na educação, à perseguição de professores, ao clima de medo instaurado e à situação caricata de identificação dos docentes que falaram à televisão, tenho a certeza que a manifestação será um ponto de viragem irreversível na popularidade do Governo e na construção de uma mudança».
Será que foi Jerónimo de Sousa? Francisco Louçã? Ou outro.Veja aqui quem disse.

quinta-feira, fevereiro 21

39.373

Este número representa um esforço. Para uns será insuficiente, para outros é o desmantelamento do Estado.
Para mim este número é significativo, porque significa que no final da legislatura podemos chegar ao objectivo de 75.000.

quarta-feira, fevereiro 20

Ora agora estudas tu, ora agora estudo eu

Há estudos para todos, calma malta, não é preciso empurrar. Entre o LNEC, a CIP, as diversas Confederações do Comercio e da Industria há estudos para todos e para todos os gostos.