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sexta-feira, novembro 30

Continuamos na mesma

Isto já cheira mal, e corre-se o risco de ainda vir a cheirar pior. A CGA voltou a dar como estando em condições de trabalhar ("não se encontra absoluta e permanentemente incapaz"), a senhora de Vieira do Minho, que o Ministro das Finanças mandou para casa depois de ver as imagens da senhora na televisão.
Se a Sra. não está incapaz, então o que será estar incapaz?



sexta-feira, novembro 9

Assim sim

As juntas médicas da CGA são passar a ser constituídas apenas por médicos, já é um sinal, mas pode não ser tudo.
Passa também a ser possível recorrer das decisões. Pode ver aqui o resumo do decreto-lei hoje publicado.

Estranha forma de vida

Este país está cada vez mais estranho, alguns dirão que este clima é favorecido pelo governo e pelo primeiro-ministro. Eu penso que não, mas compete ao governo por fim a este estado de coisas.
Apenas dois exemplos: senhora obrigada a regressar ao trabalho numa autarquia (funcionária da junta de freguesia de Vitorino de Piães) quando está praticamente inválida e lar de idosos encerrado (em Valongo).
Em relação ao primeiro caso, é mais um de entre muitos em que as juntas médicas realizadas pela CGA conclui que as pessoas podem voltar a trabalhar mesmo que estejam incapacitadas para tal (no caso em apreço basta observar para se concluir que esta senhora não podia trabalhar). O ministro das finanças teve que pedir à CGA para reavaliar este caso. Como afirmou esta senhora, foi preciso vir para a praça pública expor o seu caso, para que houvesse o reconhecimento da sua incapacidade. E aos médicos, ninguém vai pedir responsabilidades?
O caso de Valongo é mais do mesmo. Licenciamentos que demoram eternidades, e idosos mal tratados. O facto de existir licenciamento não impede os maus tratos, por isso as medidas de fiscalização activas devem ser permanentes.
Estes dois exemplos traduzem uma desumanidade cada vez mais presente na sociedade portuguesa e à qual tem que se pôr cobro.