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sexta-feira, janeiro 23

Óscares 2008

Para já aqui ficam os candidatos. Bonita galeria.

terça-feira, agosto 5

Olha que 3

Enfim, tenho que ser honesto, mais elas que ele.

domingo, abril 13

Quarteto

Hoje fiquei a saber duas coisas que não sabia e que me deixam muito triste:
  1. O fundador do cinema Quarteto, Pedro Bandeira Freire, está internado no Hospital S. Maria em Lisboa em estado grave;
  2. Que há cerca de um mês ele tinha entregue as chaves do cinema, porque a Inspecção-Geral das Actividades Culturais tinha encontrado falhas ao nível da segurança.

Eu que aprendi a ver cinema no Quarteto estou triste, muito triste com a doença do fundador e com o fim das salas de cinema. Para mim, foi um autêntico murro no estômago.

quinta-feira, janeiro 3

Julia Roberts

Julia Roberts. 40 anos. Sem medo de envelhecer.

terça-feira, dezembro 4

Tango

São preciso dois para dançar o tango. Eu por mim ficava-me só pela senhora. Este filme publicitário foi gravado em Lisboa. O actor é português e conhecido, mas a senhora é italiana e dá pelo nome de Mónica Bellucci. Um encanto. Pode ver o filme aqui.

quarta-feira, setembro 26

Cinema Japonês – A (re) descoberta

Numa das minhas habituais deambulações consumistas pelas lojas de CDs e DVDs, deparei-me recentemente com dois packs de 2 filmes de conhecidos cineastas japoneses dos Anos 50: Yasujiro Ozu (1903-1963) e Kenji Mizoguchi (1898-1956). Prometi a mim próprio comprar um dos conjuntos para melhorar a minha colecção e sobretudo os meus conhecimentos sobre o assunto.

Chegando a casa refastelei-me no sofá e pus no leitor de DVD um título comprado on-line no ano passado e que fez as minhas delícias (embora na altura pensasse o oposto…) algures em 1996 numa sessão nocturna da Cinemateca Portuguesa. O título em causa, que recomendo ao adepto curioso, é “Otoshiana” que, claro está, significa “Ratoeira” em Português e que foi convenientemente traduzido para Inglês como “Pitfall”. O seu ano é 1962 e o seu realizador é Hiroshi Teshigahara (1927-2001).

Isto fez-me pensar no que eu conhecia do cinema japonês até aos Anos 90: muito pouco. Sendo adepto de filmes de terror, conheço - como vós, certamente – “O Aviso” (Ringu, 1998, de Hideo Nakata), Ju-on” (2000, de Takashi Shimizu) ou “Uma Chamada Perdida” (Chakushin Ari, 2003, de Takashi Miike). Como vós conheço também a longa saga do “Gojira” (ou Godzilla) que se estende desde os Anos 50…até hoje. E até já ouvi falar no “Onibaba” (1964, de Kaneto Shindô), que parece ser um clássico do género.

Mais ainda: corrijam-me (e por favor informem-me!) se estou enganado mas não é muito habitual ouvirmos falar de iniciativas de divulgação do cinema japonês. Quanto a mim, vou procurar pôr os meus conhecimentos em dia e aconselho-vos a fazer o mesmo…