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sexta-feira, fevereiro 6

Ainda e sempre a avaliação dos professores

A avaliação dos professores vai parar nos tribunais, isto porque A FENPROF não acredita na legalidade da mesma. Depois da rua, vêm os tribunais.
A FENPROF apenas acredita no seu modelo de auto-avaliação, modelo esse em que todos somos bons e com dificuldade encontraremos alguém que não é assim tão bom.
Se a Dra. Ana Benavente voltasse a ter alguma responsabilidade na área educativa a auto-avaliação estava logo no terreno, assim é mais difícil.

sexta-feira, janeiro 2

Avaliação dos professores: a luta continua

A luta continua de acordo com o guião da Fenprof. Cavaco promulga o decreto regulamentar e logo se retoma a luta. Não há descanso. O guião é para se cumprir. Custe o que custar.

segunda-feira, dezembro 22

Estamos ao nível dos Centros Comerciais

Não há nada que se faça em Portugal que não seja medido com o resto da Europa e em alguns casos com o mundo. É o caso dos centros comerciais que se vão construindo um pouco por toda a parte. Fomos sendo informados desde sábado que iríamos ter o maior abaixo assinado de sempre. Quem assinou este recorde foram os professores, “injustiçados” pelo modelo de avaliação de desempenho. Grandes professores, estamos ao nível do melhor que se faz na Europa em termos de assinaturas mas não na capacidade para avaliar desempenhos. É pena.

segunda-feira, dezembro 15

Ainda a avaliação dos professores

Daqui a dias, vão ver, são os alunos que já não querem ser avaliados, tal como os professores. Afinal quem está a fomentar a indisciplina nas escolas? Afinal quem está a destruir o sistema de ensino. Afinal quem está a estilhaçar a exigência e o rigor de um ensino mais qualificado? Verifiquei hoje que já um número elevado de professores se levantou contra a irresponsabilidade e o desvario dos sindicatos. Oxalá esse número aumente para salvar a escola pública. Aplaudo a coragem desses professores que recusam a auto-avaliação e percebem que a seriedade das suas posturas tem de prevalecer no confronto com métodos dos impostores que ameaçam não deixar nada de pé.
Emídio Rangel no Correio da Manhã.

sábado, dezembro 13

Basta!

As leis são feitas para serem cumpridas. A da Avaliação dos Professores não foge à regra.

Avaliação tipo somos uns “gajos porreiros”

A proposta sobre Avaliação da Frente Sindical dos Professores está aqui. É um monumento. Conclusão: somos todos uns “gajos porreiros”.

quinta-feira, dezembro 11

Suspensas

Foram apenas suspensas?
Exactamente, nós escolhemos a expressão. Foram suspensas e não anuladas, o que significa que mais cedo do que tarde vão concretizar-se.
Entrevista do líder da Plataforma Sindical dos Professores ao DN.

As greves dos professores foram suspensas, mas estamos avisados que mais cedo do que tarde se vão concretizar. Existe um plano de greves e manifestações que deve ser para cumprir. Mesmo com acordo com o ME sobre a avaliação, porque se não for a avaliação, será o estatuto, e se não for nenhuma destas duas outras se arranjaram.

O Estatuto

Plataforma [sindical dos professores] aproveita o facto de não haver agenda definida [na reunião com o ME] para pedir novo processo negocial e rever Estatuto da Carreira Docente. Objectivo: pedir o fim da divisão da classe.
Sempre me pareceu que o que estava em causa era o Estatuto e não a avaliação. O argumento para rever o Estatuto é delicioso: o fim da divisão da classe. Prevalece a ideia da igualdade que penaliza fortemente os melhores e não constitui um estimulo para o desenvolvimento dos professores.
Tudo isto significa que o modelo da avaliação pode ser este ou outro qualquer que eles não se importam, o que importa realmente é que todos possam chegar ao fim da carreira e, acrescento eu, com ou sem mérito.

segunda-feira, dezembro 8

Avaliação ou Estatuto da Carreira?

O que está em causa é a Avaliação dos Professores ou o Estatuto da Carreira? Se todos os professores fossem guiados até ao topo da carreira, a avaliação faria algum sentido?

segunda-feira, dezembro 1

Saída para a crise

Começa a ser claro que a FENPROF e FNE estão cada vez mais isolados na sua luta contra o modelo de avaliação dos professores. Começa a ser evidentes para muitos professores que o objectivo destas duas organizações é claramente de derrube da Ministra da Educação. A ser assim, as divisões vão-se tornando no dia-a-dia das várias organizações dos professores.

domingo, novembro 30

Avaliação dos professores e o futuro da educação

Com estes dirigentes sindicais dos professores eu temo pelo futuro da educação em Portugal. Não aceitam que possa haver competitividade dentro da classe, porque o que é preciso é cooperação e partilha de experiências. Não pode haver professores capazes e outros menos capazes, em nome de uma suposta igualdade. Não aceitam que se possa avaliar porque isto permite distinguir que deve progredir na carreira e quem deve ter formação para melhorar as suas competências, em nome de uma progressão automática na carreira. Não aceitam que devem dedicar mais tempo à escola e aos seus alunos, em nome de falta de tempo para fazerem outras coisas. Os estudantes das escolas não interessam, o que interessa é os interesses dos sindicatos em nome de objectivo político de derrube da ministra, e em última instância do próprio governo.
Muitos destes dirigentes devem estar no Campo Pequeno a aprovar as Teses do CC, em nome de um direito democrático que legitimamente têm, mas já não têm este direito quando manipulam ou quando mentem sobre os seus objectivos em termos de educação e da avaliação dos professores. O que eles querem é que tudo fique igual, para que continuem a ter o poder que muitos lhe deram e que o país não lhe reconhece.

domingo, novembro 16

Consequências

Chegamos a um momento em que a recusa da avaliação dos professores terá que produzir alguma consequência, quer em quem é objecto da avaliação quer em quem é avaliador.
Não podemos ter leis, que depois, cada um à sua maneira decide o que deve fazer com essas mesmas leis. Chegou o momento em que cada um deve assumir as suas responsabilidades. Sem a assumpção de responsabilidades não há país.

quinta-feira, novembro 13

O sistema de avaliação de professores e o marxismo

O Dr. Jardim descobriu que o sistema de avaliação dos professores era marxista, por isso resolveu dar a classificação de Bom a todos os professores da Madeira. Nunca vi nada tão parecido com o marxismo: “A trabalho igual, classificação igual”.

quarta-feira, novembro 12

De vez em quando estou de acordo…

Manuela Ferreira Leite pôs-se ao lado dos sindicatos e dos professores na luta contra a avaliação. Foi um erro. Porque ela sabe que a avaliação é um dos requisitos fundamentais para melhorar a Educação. É certo que a líder do PSD não condenou o acto de avaliar, sugerindo antes que ela deve ser feita a partir do exterior.
É um preciosismo que não justifica a demarcação do PSD face ao Governo. Porque a avaliação feita de fora vai suscitar ainda mais anticorpos nos sindicatos do que a avaliação feita de dentro; e porque os sindicatos só não se pronunciam contra as ideias de Ferreira Leite por opção táctica: para quê hostilizar, agora, a líder de um partido do "arco do poder" se ela está do seu lado na contestação ao Governo? Mário Nogueira e seus "compagnons de route" têm todo o tempo do mundo para fritar a líder do PSD quando chegar a sua hora. Tal como já aconteceu quando foi ministra da Educação.
Mas há outra razão para Manuela não ter feito o que fez: os sindicatos (e boa parte dos professores) não são contra este modelo de avaliação. São contra a avaliação. Esta ou outra qualquer. É claro que Ferreira Leite sabe disso. Mas o desgaste das sondagens e das críticas internas deve estar a causar os primeiros estragos. É pena. A Educação merece que PSD e PS se ponham de acordo. Caso contrário nunca conseguirão partir a espinha aos sindicatos… e aos maus professores.

Este artigo de Camilo Lourenço foi retirado do Jornal de Negócios.

Ainda a avaliação de professores

“Se não tem efeitos, para quê persistir com este modelo? Suspenda-se este modelo e comece-se de imediato a trabalhar num novo, um modelo de avaliação externa, simplificado".
O líder parlamentar do PPD/PSD tem afinal uma solução: avaliação externa dos professores. Estou surpreso com esta proposta, mas o Dr. Jardim já aplicou o modelo na Madeira: “Para todos os efeitos de avaliação do desempenho dos docentes contratados, de transição ao 6º escalão e progressão na carreira dos docentes do quadro, o tempo de serviço prestado nos anos escolares 2007/08 e 2008/09, considera-se classificado com a menção qualitativa de Bom”, determina o artigo 1º da portaria 165-A/2008, publicada a 7 de Outubro na II Série do Jornal Oficial da região. O segundo e último artigo adianta que “o presente diploma entra imediatamente em vigor”.
Mais nada, a situação está resolvida são todos bons e não se fala mais nisso.

segunda-feira, novembro 10

Avaliação dos professores

A única novidade desta manifestação nacional de professores, consistiu na cambalhota de MFL. De um apoio à avaliação dos professores até a um pedido de suspensão do respectivo processo foi apenas um pequeno passo.
Pensávamos todos, que o processo de avaliação era para continuar, e mais importante do que continuar para fazer. Esta era a conclusão do Memorando de Entendimento acordado entre a FENPROF e o Ministério da Educação.
Claro que logo se via, até pelas dificuldades que a FENPROF enfrentou no terreno, que o ex-mandatário de Jerónimo de Sousa, Mário Nogueira, daria o dito por não dito. No passado sábado fez tábua rasa do que tinha acordado com o Ministério e fez aprovar uma moção onde rasgou o Memorando de Entendimento.
Esta forma de estar na vida pública, também já foi praticado por MFL em relação ao Salário Mínimo que tinha sido objecto de acordo na Concertação Social. Estará a fazer escola este tipo de comportamentos?
Como muito bem frisou a ministra da educação, em ano eleitoral tudo vale para voltar para trás com um processo que demorou dois anos a ser desenvolvido, sem que os sindicatos se comprometam com qualquer outro método de avaliação. Quando se pergunta se querem ser avaliados, todos respondem que sim, mas não por este método. Se não querem com este, e reconhecendo que não há métodos perfeitos, qual será a proposta?

terça-feira, outubro 14

Ainda a avaliação dos professores

"O sentimento dos professores é que simplesmente não há nada para negociar. Rejeitam o modelo de avaliação de desempenho dos professores e o seu fundamento, que é a divisão da carreira em duas categorias hierarquizadas”, assim falou Octávio Gonçalves, coordenador do Movimento Promova.
O que é bom é tudo ao monte e fé em deus, o mesmo vale por dizer, que todos os professores são bons, bons não, muito bons ou até mesmo excelentes. Todos sem excepção. Qualquer tentativa para os hierarquizar é impossível, porque eles não se situam em pirâmide, situam-se na mesma linha horizontal que começa e acaba em excelente. São caso único no mundo, mas a excepção só pode confirmar a regra.

quinta-feira, abril 17

Acordo

Dr. Mário Nogueira, está a ver como é fácil o entendimento entre a Fenprof e o ME é só o Sr. perceber o que o país inteiro já tinha percebido: A avaliação é um passo importante para o reconhecimento do trabalho dos professores.

quarta-feira, abril 16

A Dra. Ana Benavente e a avaliação dos professores

A Dra. Ana Benavente, ex-secretária de Estado da Educação no tempo de António Guterres, numa entrevista ao RCP afirmou que enquanto socialista não se revê no comportamento do ME, acusando este de chantagem sobre os professores e a Fenprof de cedência a esta mesma chantagem.
Eu enquanto pai estou contente com acordo alcançado sobre a avaliação dos professores, tal como estou contente com o desempenho desta equipa do ME. Já vem sendo tempo da Dra. Ana Benavente informar o país sobre qual é a sua política de educação, e qual a melhor maneira de fazer da escola pública uma referência.
Eu sou tentado a dizer que para a Dra. Ana Benavente a melhor forma de defender a escola pública é fazer aquilo que a Fenprof quer fazer, ou seja, colocar os interesses de alguns à frente dos interesses do país e naturalmente dos alunos. Assim não.