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segunda-feira, dezembro 3

RTP

A nomeação da administração da RTP deveria ser conversada com todos os partidos? E porque não todas as administrações nomeadas pelo governo? E já agora todos os directores-gerais.
Tenha bom senso Dr. Menezes. Estamos no caso em que é uma exclusiva responsabilidade do governo.

quarta-feira, outubro 10

A RTP, José Rodrigues dos Santos e a verdade

O jornal da Sonae procurou uma polémica onde tentou enrolar o governo de José Sócrates, acusando este, com base na entrevista de José Rodrigues dos Santos, que estava em causa a liberdade de imprensa na estação pública.
Quando a poeira começou a assentar, quando as pessoas leram a entrevista, logo constataram que as críticas eram dirigidas ao CA da RTP e não à instrumentalização da RTP por parte do actual governo. Se leram com mais atenção as críticas eram dirigidas ao governo do PSD.
Parece que o assunto está encerrado menos para o Pacheco Pereira e o Público.

Notícias fora de tempo

José Rodrigues dos Santos diz que foi por decisão sua que, em 2004,depois de se ter demitido do cargo de director de informação da RTP, deixou de ter qualquer decisão sobre o alinhamento das notícias que leva aos portugueses no horário nobre da televisão pública. O episódio da saída de Rodrigues dos Santos da direcção de informação, em Novembro de 2004, foi sobejamente falado— insurgiu-se contra o facto da administração do canal público ter decidido seleccionar como correspondente em Madrid a quarta classificada.
A Administração da RTP é a mesma, mas a tutela não. José Rodrigues dos Santos refere-se a uma ocorrência de 2004. Quem estava no poder? Eu digo, o PSD.
Ver o poder interferir despudoradamente na informação como eu vi é algo que desmotiva”,afirma, ressalvando o caso da administração de João Carlos Silva em que “houve um respeito escrupuloso pelas decisões editoriais do director, mesmo nas múltiplas situações em que elas suscitavam grande embaraço na relação institucional da RTP com o Governo”.
Sabem quem estava no poder? Eu digo, António Guterres.
O caso levantado pelo “Expresso” surgiu após um outro, levantado a 20 de Agosto de 2006,quando o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres denunciou no PÚBLICO a interferência directa do gabinete do primeiro-ministro no alinhamento do Telejornal visando secundarizar a importância que os incêndios estavam a ter.
O Telejornal em causa, apontado por Cintra Torres, o de dia 12 de Agosto de 2006, fora apresentado por José Rodrigues dos Santos. A ERC, que, ouvidas as partes, acusou este jornal de “falta de rigor” e que deu como não provada a interferência denunciada, acabou por nunca ouvir José Rodrigues dos Santos sobre o assunto, como o próprio revelou ao PÚBLICO, uma vez que este estava ausente do país quando decorreram as audições sobre esta matéria.
Sem interferência diz a ERC, acrescenta o Público sem ouvir José Rodrigues dos Santos, de forma a que fique a dúvida sobre a conclusão da ERC.
Pois é, mais um caso em que se aproveita para criticar quem está, que não teve nada a ver com o assunto, mas que se esquece quem esteve, que tem tudo a ver com o caso.