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sexta-feira, junho 13

A greve de algumas empresas de transportes

Desde a passada segunda-feira (dia 9 de Junho) e até à madrugada de quinta-feira o país ficou suspenso da greve de algumas empresas de transporte.
O país assistiu a alguns bloqueios que tiveram consequências importantes na vida dos portugueses. A falta de combustíveis e a falta de alguns bens essenciais nos mais diversos supermercados, foram a face mais dura desta greve.
Durante todo este período os partidos da oposição saíram de cena. Uns porque perceberam que a apoiarem as empresas de transporte, estavam a apoiar o patronato numa greve ilegal (embora não tivessem coragem de tomar posição publica sobre o assunto), outros porque estavam à espera de um combate policial para depois virem afirmar que a cada um a sua “ponte 25 de Abril”. Outros ainda, tinham militantes seus envolvidos nas barricadas.
Esteve bem o governo mantendo as negociações com a Antram (que se demarcou da greve), o que possibilitou chegar a um acordo com esta associação. Depois de chegar a acordo, isolou os outros contestatários e facilmente arrumou a questão da greve. Basta olhar para os nossos vizinhos e verificar que o governo agiu bem, na defesa dos interesses do Estado e dos portugueses.
Podia o governo através das forças de segurança ter agido de outra forma?
Eu não gosto de ver qualquer cidadão ou grupo profissional, colocar em causa a minha liberdade. Por este facto sou tentado a admitir que qualquer tentativa deste género deve ser reprimida. A autoridade do Estado não deve ser posta em causa. Neste caso em concreto, não penso que a autoridade tenha saído diminuída, mas estou de acordo com o primeiro-ministro quando este afirma que “sentiu o Estado vulnerável”.
Espero que desde já, se tomem medidas para evitar situações como aquelas que vivemos nos últimos 3 dias e que se vão prolongar por mais algum tempo.

terça-feira, novembro 20

Valorsul

O que é a Valorsul?
Quem está em greve?
Quem está em greve são os trabalhadores da Valorsul, que trata os resíduos sólidos urbanos. Os trabalhadores da recolha não estão em greve, logo continuam a recolher o lixo e a entregá-lo na empresa responsável pelo seu tratamento.
O piquete de greve ao tentar impedir a entrega do lixo não está a exercer um direito legítimo, pois o seu direito é não processar o lixo, tudo o que vá para além disso já não está no âmbito dos seus direitos.
Mas faz exactamente o seu contrário. Quem foi?

quinta-feira, novembro 8

Função Pública

Raramente estou de acordo com Medina Carreira, mas hoje relembro o que li no livro "O dever da verdade", a propósito do que leio aqui.
"Juridicamente, todos os trabalhadores, públicos ou privados, podem fazer greve. De facto, os empregados privados, neste novo contexto, já não podem. A greve tende a converter-se num exclusivo do funcionário público.
Aliás e do mesmo modo, também só no sector público pode falar-se de direitos adquiridos, porque o contribuinte garante sempre o seu pagamento pelo Estado"