Desde a passada segunda-feira (dia 9 de Junho) e até à madrugada de quinta-feira o país ficou suspenso da greve de algumas empresas de transporte.
O país assistiu a alguns bloqueios que tiveram consequências importantes na vida dos portugueses. A falta de combustíveis e a falta de alguns bens essenciais nos mais diversos supermercados, foram a face mais dura desta greve.
Durante todo este período os partidos da oposição saíram de cena. Uns porque perceberam que a apoiarem as empresas de transporte, estavam a apoiar o patronato numa greve ilegal (embora não tivessem coragem de tomar posição publica sobre o assunto), outros porque estavam à espera de um combate policial para depois virem afirmar que a cada um a sua “ponte 25 de Abril”. Outros ainda, tinham militantes seus envolvidos nas barricadas.
Esteve bem o governo mantendo as negociações com a Antram (que se demarcou da greve), o que possibilitou chegar a um acordo com esta associação. Depois de chegar a acordo, isolou os outros contestatários e facilmente arrumou a questão da greve. Basta olhar para os nossos vizinhos e verificar que o governo agiu bem, na defesa dos interesses do Estado e dos portugueses.
Podia o governo através das forças de segurança ter agido de outra forma?
Eu não gosto de ver qualquer cidadão ou grupo profissional, colocar em causa a minha liberdade. Por este facto sou tentado a admitir que qualquer tentativa deste género deve ser reprimida. A autoridade do Estado não deve ser posta em causa. Neste caso em concreto, não penso que a autoridade tenha saído diminuída, mas estou de acordo com o primeiro-ministro quando este afirma que “sentiu o Estado vulnerável”.
Espero que desde já, se tomem medidas para evitar situações como aquelas que vivemos nos últimos 3 dias e que se vão prolongar por mais algum tempo.
O país assistiu a alguns bloqueios que tiveram consequências importantes na vida dos portugueses. A falta de combustíveis e a falta de alguns bens essenciais nos mais diversos supermercados, foram a face mais dura desta greve.
Durante todo este período os partidos da oposição saíram de cena. Uns porque perceberam que a apoiarem as empresas de transporte, estavam a apoiar o patronato numa greve ilegal (embora não tivessem coragem de tomar posição publica sobre o assunto), outros porque estavam à espera de um combate policial para depois virem afirmar que a cada um a sua “ponte 25 de Abril”. Outros ainda, tinham militantes seus envolvidos nas barricadas.
Esteve bem o governo mantendo as negociações com a Antram (que se demarcou da greve), o que possibilitou chegar a um acordo com esta associação. Depois de chegar a acordo, isolou os outros contestatários e facilmente arrumou a questão da greve. Basta olhar para os nossos vizinhos e verificar que o governo agiu bem, na defesa dos interesses do Estado e dos portugueses.
Podia o governo através das forças de segurança ter agido de outra forma?
Eu não gosto de ver qualquer cidadão ou grupo profissional, colocar em causa a minha liberdade. Por este facto sou tentado a admitir que qualquer tentativa deste género deve ser reprimida. A autoridade do Estado não deve ser posta em causa. Neste caso em concreto, não penso que a autoridade tenha saído diminuída, mas estou de acordo com o primeiro-ministro quando este afirma que “sentiu o Estado vulnerável”.
Espero que desde já, se tomem medidas para evitar situações como aquelas que vivemos nos últimos 3 dias e que se vão prolongar por mais algum tempo.