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sábado, dezembro 27

Serviços Saúde

A definição de regras para os prazos de atendimento nos serviços de saúde é uma boa notícia. Os utentes devem saber quais os prazos com que se confrontam em cada caso e em cada serviço. Para alguns o estabelecimento de prazos, nomeadamente os prazos definidos pelo governo é muito ambicioso. Mas não é de ambição, ou da falta dela, que todos ouvimos falar?

segunda-feira, dezembro 8

Um caso a seguir

Muitos procuram no sector privado uma resposta para os seus problemas de saúde, mas no caso dos doentes oncológicos quase todos acabam no sector público, isto porque a cobertura dos seguros é desadequada às despesas da doença.
Os privados, neste caso, podem e devem ser integrados na rede, para que a transferência de doentes não afecte o sector público com doentes que não iniciaram os seus tratamentos neste sector.

segunda-feira, setembro 22

Doentes sem medicamentos

Em nome do lucro, algumas empresas distribuidoras de medicamentos estão a exportar, em vez de venderem os fármacos no mercado nacional. As margens de lucro mais elevadas nos países para onde exportam justificam estas vendas. Entretanto os doentes portugueses vêem-se privados dos respectivos medicamentos, com as consequências que se podem imaginar.
Nestes tempos do vale tudo, o regulador deve ter em atenção este facto, porque este pode tornar-se num caso de saúde pública.
“Em qualquer doença, desde a hipertensão à psicose, por exemplo, pode haver consequências muito graves se houver uma paragem súbita da toma do medicamento. É totalmente inadmissível que as necessidades dos doentes portugueses não estejam a ser acauteladas", quem o afirma é Bernardo Ribeiro, psiquiatra do Hospital Garcia de Orta.

sexta-feira, setembro 19

O melhor Ministro da Saúde

Correia de Campos foi o melhor ministro da saúde de que tenho memória. Não posso esquecer António Arnaut como o ministro que lançou o SNS, mas Correia de Campos fez um conjunto de reformas fundamentais para manter o SNS vivo. Ainda será lembrado por isso.

sábado, maio 17

Uma resposta arrasadora

E porque os partidos usam esses lugares para pagar favores.
São as suas palavras mas tenho de reconhecer alguma verdade no que diz. Não diria pagar favor... Os partidos políticos usam os esses lugares para satisfazer alguma clientela e resolver problemas de colocação (risos) ou de influência de pessoas muito importantes que pedem o lugar para este ou aquele. Mas isso é normal na política e já estamos habituados. O que nos preocupa é que os administradores hospitalares enquanto profissionais que estudaram dois anos depois de uma licenciatura numa escola prestigiada - como é a Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Universidade Nova de Lisboa - mantiveram a ambição do lugar, legítima, e a confiança no sistema. Com Luís Filipe Pereira, os administradores hospitalares foram tratados como meros funcionários administrativos e até desrespeitados. O ministro Correia de Campos veio a seguir e muitos hospitais estão hoje com administradores hospitalares, contudo, há um problema por resolver: a revisão da carreira, mas ainda há esperança que sobreviva.
Esta é a última pergunta do jornalista do Expresso a Manuel Delgado administrador do Curry Cabral e que durante 16 anos foi o Presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares, O que vem a sair é a sua resposta à pergunta.
É uma resposta preocupante, ver profissionais de gestão, com uma especialização em Gestão Hospitalar serem preteridos em função de uma qualquer influência política de uma qualquer partido, é preocupante.
Assim não vamos longe. Excluir profissionais e incluir carreiristas políticos na gestão dos hospitais é um caminho que só pode conduzir ao desastre.

quinta-feira, maio 8

Cataratas

Quanto mais leio sobre este assunto, mais confuso estou. Agora a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia fez uma proposta no sentido do estado contratualizar com os médicos e clínicas privadas as operações às cataratas. Esta proposta visa acabar com as listas de espera.
Alguns médicos trabalham no SNS e em clínicas ou consultórios privados, então que garantias teríamos de que não iam desviar os doentes de um sector para o outro? Não tínhamos nenhumas, como está fácil de ver.
Será que o SNS já esgotou a sua capacidade nesta área? Não me parece. O que deve faltar, como em outros casos, é coordenação, é vontade de fazer as coisas, é virar os hospitais e centros de saúde para os utentes e não para os médicos, enfermeiros e pessoal administrativo que lá trabalham.
Depois é a confusão entre clínica privada e pública. A clínica privada ficou com capacidade instalada, em alguns casos, acima das necessidades, logo o que é importante é desviar doentes do serviço público para o serviço privado contratualizando com este os respectivos serviços.

segunda-feira, abril 14

A poeira está a assentar

Correia de Campos tinha razão, ou seja, sempre disse que os utentes iriam começar a perceber que os Serviços de Saúde estavam a melhorar. Agora vem a confirmação:
A substituição de Correia de Campos foi um erro. Um erro grave.

quinta-feira, fevereiro 28

O Dr. Menezes vai pensar melhor

O Dr. Menezes visitou hoje o Hospital Cuf Descobertas. Quando saiu da sua visita defendeu que tem que haver uma separação entre a medicina privada e a pública.
O Dr. Pedro Nunes, ilustre bastonário da Ordens dos Médicos, já o informou que a sua proposta é «demagógica, com muito anos» e que «não faz qualquer sentido».
Espera-se agora que o Dr. Menezes reflicta sobre este assunto, e que amanhã venha a mudar de opinião, como já aconteceu muitas vezes. Não custa nada e assim fica de bem com mais esta ordem profissional.

quinta-feira, fevereiro 7

Um dos maiores males do Serviço Nacional de Saúde

Pois é manter em funcionamento uma rede de Cuidados de Saúde Primário exige mão-de-obra. A Ordem dos Médicos é a maior responsável por esta situação. Se não há médicos suficientes, o Estado deve ir procurar onde eles existam. Sem hesitações. A favor da nossa Saúde. Contra todos aqueles que têm sido responsáveis pelas listas de espera, pela baixa produtividade hospitalar e por outros males de que enferma o nosso sistema de saúde.
É preciso ter coragem para apontar o dedo. Mesmo que isto custe uma guerra. Pela nossa Saúde, esta guerra vale a pena.
Estamos num momento crucial, por muito que custe a alguma pessoas, Correia de Campos, tinha razão.

terça-feira, janeiro 22

Aulas de culinária

As aulas de culinária vão passar a ser obrigatórias nos colégios ingleses a partir de Setembro. 85% dos colégios já estão preparados para dar passar a dar as respectivas aulas. O objectivo é dar a conhecer aos alunos uma alimentação saudável, e ao mesmo tempo contribuir para reduzir a obesidade entre as crianças.
A ideia parece boa, mas tenho muito medo do que pode vir desta experiência inglesa.
Qualquer dia um cliente entra num restaurante, senta-se à mesa e o empregado entrega-lhe o menu.
Depois de uma análise cuidadosa do mesmo, o cliente opta por um cozido à portuguesa. Chama o empregado e faz o pedido. O empregado olha para o cliente e pede-lhe para o acompanhar.
Vão os dois para uma sala onde está uma balança, um medidor de tensão arterial, um aparelho de análises de sangue que mede o colesterol, a diabetes, etc.
Depois de se sujeitar a todos os testes, ouve o veredicto do empregado: Com o peso que tem, com as análises que acabamos de fazer e com a sua tensão arterial não podemos atender o seu pedido. O máximo que pode comer é uma posta de pescada com brócolos.
O cliente fica naturalmente decepcionado, mas como tem que comer, pede a posta de pescada. Antes pergunta se a consulta está incluída no preço da refeição. Que sim, informa o emprego. Este restaurante tem um protocolo com o Ministério da Saúde.

quarta-feira, janeiro 9

Santana Lopes e os Serviços de Saúde

O líder parlamentar do PPD/PSD, como sabem é Santana Lopes, produziu esta afirmação no debate quinzenal com o governo.
Fechar serviços de urgência nos grandes centros urbanos, onde temos mais pessoas e mais meios parece um bom início de conversa. A racionalidade diz o contrário, ou seja, temos que concentrar meios e atender de uma forma digna, todos aqueles que vão a um serviço de urgência, e não andar às voltas com doentes dentro de uma ambulância até esta chegar ao local certo. É isto que acontece nos pequenos centros fora das grandes metrópoles, e é isto que tem que ser evitado.
Compreendo que a reforma da saúde esteja a gerar alguns problemas, que resultam em larga medida da falta da implementação de medidas que devem ser tomadas em conjunto com o encerramento de urgências e de centros de saúde, mas afirmar o que afirmou o líder parlamentar do PPD/PSD não faz sentido nenhum.

terça-feira, agosto 7

Vida saudavel

Os suplementos vitamínicos podem encurtar a vida segundo um estudo da Universidade de Copenhaga publicado no American Medical Association.
Obviamente que os pezinhos de coentrada fazem parte da dieta equilibrada.