sexta-feira, outubro 22
Perder tempo
terça-feira, abril 21
Luis Fazenda
segunda-feira, fevereiro 9
Louça anuncia programa de Governo
Ficamos à espera do programa mas o mais natural é que saia um anti-programa.
domingo, fevereiro 8
A convenção do BE
A única preocupação do Bloco é retirar a maioria absoluta ao PS. Não se sabe para quê, pois o Bloco não é fiável em nenhum projecto que envolva poder. O poder não faz parte do seu código genético. O caso de Lisboa é um bom exemplo, exemplo este aliás, comentado na convenção nacional.
Joana Amaral Dias (que não é trotskista) foi afastada da direcção política, mas isto pode ser apenas o começo de uma grande convergência à esquerda, eu é que não estou a perceber.
Também durante a convenção se percebeu que a convergência à esquerda tem que ter um caderno de encargos bem definido, pelo menos é a opinião de alguns congressistas: "Isso não se discute aqui? Então passamos um cheque em branco à comissão política? E para as presidenciais? Qual é esse candidato, será Manuel Alegre? E não se discute as condições em que se apoia Manuel Alegre? Para qual dos dois, o Manuel Alegre o PS ou o que rompe com o PS?", questionou (Gil Garcia).
Uma questão central é o que fazer com o PCP. Alguns bloquistas querem inclui-lo na convergência de esquerda, outros preferem mantê-lo de fora. Percebemos a hesitação entre quem quer convergir e quem quer disputar os eleitores no mesmo espaço. É uma decisão difícil.
Quanto às propostas politicas para a crise, quais são as soluções para o país:
. Proibição de todos os despedimentos em empresas com resultados positivos
. Tudo o que é bem comum deve ser público: Energia, Saúde, Educação.
Não consegui encontrar mais nada de relevante, mas bastam estes dois. A proibição de despedimentos em empresas com lucros, implica que se neste ano e no próximo onde se advinham dificuldades para as empresas estas deixassem de ser lucrativas o Estado deveria suportar os prejuízos?
A Saúde e a Educação já há muito deixaram de ser um exclusivo do Estado. O que o Estado deve garantir é o acesso a todos ao ensino e à educação. Isto não é o mesmo que ter a exclusividade destes serviços.
Quanto à energia o mercado está cada vez mais liberalizado, sendo este um processo normal neste mercado.
O anúncio do fim do capitalismo esteve por um fio, mas não foi feito, pelo menos de uma forma explícita. Mas este não morreu, está apenas agonizante, mas de qualquer forma eu prefiro o capitalismo às formas de governo que conduzem ao fim da concorrência, da liberdade e até da democracia.
O apoio ao governo de Chávez (ou pelo menos a sua não rejeição) e a outros governos da América Latina é preocupante para quem se diz defensor da Liberdade.
sexta-feira, dezembro 12
Domingo vem a boa-nova
segunda-feira, dezembro 8
O BE em Lisboa
O BE teve um sonho...
domingo, novembro 30
O poder e o BE
O Zé que fazia falta a Lisboa, já não faz falta nenhuma, porque o que interessava era estar na oposição a António Costa, não era partilhar o poder com este.
O Zé assim não faz falta, o Zé que fazia falta não era o Zé que no poder conseguisse implementar o seu programa, era o Zé que estivesse sentado nas reuniões da CML a contestar, fosse qual fosse, a política de António Costa e do PS.
O Zé partilhando o poder com o PS não faz falta ao BE, porque o que faz ao BE era um Zé que contribuísse para a destruição do inimigo número um: o PS.
sexta-feira, outubro 3
Contradição?
3.7.5.1. Beneficiando de uma continuada promoção mediática e de uma importante aposta dos centros de decisão políticos e económicos, registou um aumento da sua representatividade institucional.
3.7.5.2. O BE, num quadro de perda da imagem de novidade e de modernidade em torno do qual construiu parte da sua influência, assenta grande parte da sua actividade numa opção pelo acessório e pela busca de protagonismo mediático, na qual são de registar crescentes cumplicidades e alinhamentos com a agenda política do PS, de que são exemplo a imposição do referendo sobre IVG, o acordos para a CML, ou Lei da Paridade.
Isto são as teses do CC do PCP para o XVIII congresso. Isto é o que Jerónimo de Sousa:
“Perante a necessidade de uma convergência das forças sociais e políticas, não excluindo nenhuma força progressiva de esquerda, temos a proposta de que sem ruptura com esta política não há arrumação de forças que garanta uma alternativa de esquerda”.
Em que ficamos? Será que Jerónimo de Sousa não concorda com as teses, ou estas vão ser alteradas? No fundo, o que interessa realmente é abater o PS.
segunda-feira, agosto 11
segunda-feira, agosto 4
O BE e Lisboa
Como bem assinala Vital Moreira: “Não há nisto grandes motivos para surpresa. A esquerda radical não deseja nem está preparada para assumir as responsabilidades de governo, nomeadamente os compromissos inerentes à governação partilhada. É da sua natureza. A oposição extremista é mais fácil.”
Assim vai o BE em Lisboa.