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sexta-feira, dezembro 7

Cimeira UE - África

A cimeira UE-África é um dos pontos positivos da presidência portuguesa da UE. Lisboa mais uma vez fica no centro da diplomacia mundial, o que para um país pequeno como Portugal é um sinal importante.
Mas a cimeira só pode ser um êxito se fizer eco das questões dos direitos humanos em África. Robert Mugabe é apenas um de entre muitos ditadores africanos que vão estar em Lisboa, alias não se percebe bem a posição de alguns estados europeus, e em particular da Inglaterra, relativamente a Mugabe. Há mais ditadores para além do presidente do Zimbabué.
A UE tem que alimentar a esperança de muitos africanos que lutam pelos Direitos Humanos no interior dos seus países ou fora deles.
Tem a palavra o líder dos estudantes do Zimbabué, da líder das Mulheres pela Democracia do mesmo país que se encontra exilada em Inglaterra, tem a palavra o prémio Sakarov, advogado sudanês que esteve preso 7 meses sem culpa formada e que luta pelo fim do genocídio no Darfur, tem a palavras os milhares de africanos que com o sacrifício da própria vida fogem para a Europa procurando uma vida melhor.
A todos, a Europa tem que dar voz, para que as suas vozes não sejam caladas. É isto que esperamos da UE.

segunda-feira, novembro 12

"¿Por qué no te callas?"


O rei Juan Carlos de Espanha mandou calar o Presidente da Venezuela durante a última cimeira Ibero-Americana realizada no Chile.

Acho discutível a presença do rei de Espanha na conferência (único não eleito de entre os que estavam na sala, único que não pode estar no mesmo plano político que os restantes participantes), mas o que Chavez disse sobre Aznar, apesar de ser verdade, não fazia sentido nenhum ser dito naquela ocasião (começamos a estar habituados a estes desmandos).