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sexta-feira, setembro 12

Pais e filhos

A passagem do quarto para o quinto ano é um momento de transição importante na vida das crianças.
Acompanhe os seus filhos, não os deixe sentir inseguros e acima de tudo oiça sempre o que eles lhe têm para dizer.
Parece básico, mas é o mais importante.

quinta-feira, abril 10

A Escola

Pior é impossível. Agressões de alunos a professores, agressões entre alunos, agressões de pais a professores, já só falta agressões entre professores (estamos à espera).
Não vou entrar no peditório sobre criminalizar ou não este tipo de actos praticados nas escolas. Mas uma coisa para mim é certo: os pais têm uma papel a desempenhar na educação dos filhos.
O que vemos hoje em dia é pais a demitirem-se da sua função de educadores e de referência para os seus filhos. Esta ausência dos pais não pode ser assegurada pela escola. Nem pode ser esse o seu papel.
Muitas crianças estão por vezes 12 horas entre a escola e os respectivos ATL´s. Chegados a casa é tempo de tomar banho e de jantar, depois cama que o dia começa bem cedo. Parece que não existe tempo para nada, nem ao pais parecem interessados que ele exista (isto não acontece apenas em famílias com mais dificuldades económicas, acontece em todas).
Outras estão sozinhas em casa entre a saída da escola e a chegada dos pais, sem rumo, sem orientação, com um conjunto de instrumentos que se podem tornar perigosos (playsation; computadores com ligação web; telemóveis; etc, etc.), ou pior ainda abandonados nas ruas com todos os perigos que esta permanência hoje comporta.
A escola não pode fazer tudo pelos nossos filhos. Nós, pais, temos a obrigação de fazer a nossa parte.

quarta-feira, março 12

O balão está a ficar sem ar

Depois de várias semanas, em que o país quase que paralisou com a questão da avaliação dos professores, agora o balão começa a ficar sem ar. A Fenprof que se recusava a sentar-se com o ME já começa a sentar-se e a discutir, apresentando como argumento que o ministério está a flexibilizar o processo. Vamos então por partes:
  1. O ME não disse sempre que somente os professores contratados seriam avaliados este ano lectivo? Sabem de quantos professores estamos a falar? Não. Então eu digo representam 5% do universo dos professores portugueses. Alguém mudou? Até agora parece que se alguém mudou não foi o ME;
  2. A ministra afirma que a "... avaliação não está adiada, não está suspensa. Não será adiada nem suspensa. Está em curso nas escolas", mas que está disponível para encontrar soluções para cada escola e cada caso em concreto. Quantas vezes foi dito isto? Quem mudou de posição?
  3. A ministra tem insistido na autonomia das escolas e na confiança que tem nos Conselhos Directivos das Escolas. Também aqui não mudou de opinião. A Fenprof é que lhe custa este contacto directo com as direcções das escolas. Mas é vida.
  4. Próxima Sexta-Feira nova reunião entre a Fenprof e o ME. Para quem não se reunia mais, já são reuniões a mais. Não é Dr. Mário Nogueira?

No final vamos ver como tudo fica. Para já o luto deve estar suspenso. Ou não está?

quarta-feira, março 5

Ainda e sempre a avaliação

Esta afirmação de um dirigente da Fenprof, traduz mais uma vez o ponto: Não podendo criticar a avaliação em si mesma, então o melhor é pôr em causa o processo. Bom seria não fazer nada, porque ai ficava tudo na mesma, e ficando tudo na mesma estava tudo bem.

sexta-feira, fevereiro 1

A Fenprof e a avaliação de professores

A Fenprof fará tudo para impedir a avaliação dos professores. Os utentes das escolas (alunos e encarregados de educação) devem fazer tudo para que a avaliação dos professores seja uma realidade.
Como é que é possível que não exista um sobressalto cívico dos portugueses exigindo avaliações regulares aos serviços do Estado, bem assim como a todos os funcionários?

quarta-feira, janeiro 23

A imaginação ao poder

A CM de Chaves decidiu converter as 50 escolas do primeiro ciclo que enceraram devido à falta de crianças em centros de convívio para idosos.
Cerca de 25% da população do concelho tem mais de 65 anos. Esta medida permite utilizar instalações já existentes e que depois de pequenas obras ficam disponíveis para os mais idosos. As instalações terão uma sala de convívio e serão servidos almoços e lanches. Poder ver o que, alguns autarcas são capazes de fazer pelos seus munícipes aqui.

quinta-feira, janeiro 3

A Igreja e o Estado

Tudo começou com esta notícia do Correio da Manhã, que informava: "As escolas Básicas e Secundárias vão deixar de ter santos ou santas na denominação oficial. A indicação partiu do Ministério da Educação, no âmbito da aplicação do Decreto de Lei n.º 299/2007, da Lei de Bases do Sistema Educativo."
Depois de ler o Decreto de Lei nº299/2007 não consigo perceber onde é que está escrito que isto é impossível.
Quando o assunto parecia encerrado, descobriu-se a frase fundamental: "A indicação partiu do Ministério da Educação...". Dito de outra forma, não está no DL, mas o ministério deu uma indicação às escolas no sentido de virem a serem retirados os nomes de santos e santas na denominação das escolas.
Alguém quer uma guerra entre o Estado e a Igreja Católica, talvez comecem a ver mais longe e queiram convocar uma manifestação contra o governo com o apoio da hierarquia católica, como aconteceu em Espanha.

segunda-feira, novembro 5

Cheque ensino

Parece que estou a ver uma família residente na Zona J de Chelas, olhar para o ranking das escolas portuguesas e decidir colocar o seu filho na escola privada S. João de Brito.
Apanharam o autocarro entre a Zona J e aquela escola. Chegados, dirigem-se à secretaria e querem fazer a respectiva inscrição. O seu filho é logo admitido e ainda são convidados para um lanche com a direcção da escola.
Depois de saberem o valor da mensalidade base, ainda escolhem algumas actividades extra, pois não podem ir buscar o filho às horas que acabam as aulas (o pai trabalha nas obras e a mãe trabalha numa qualquer empresa de limpezas que inundam o mercado).
Feitas as contas dirigem-se ao Ministério da Educação para irem buscar o seu Cheque Ensino. Na Zona J mais pais ponderam colocar os seus filhos no S. João de Brito.
O S. João de Brito vai deixar de ser uma escola elitista e vai ser confrontada com a realidade do país e as suas médias vão baixar, deixando de ser atractivo. É uma pena.

quarta-feira, setembro 26

quarta-feira, setembro 5

Uma boa notícia

Esta é sem dúvida uma boa notícia.

Abandono Escolar

Este é um dos problemas mais complexos que a sociedade portuguesa enfrenta. O abandono escolar coloca Portugal em péssimas condições para enfrentar um crescimento económico sustentado pela vaga tecnológica. Apesar de todos os esforços, Portugal está a transformar-se num país em que a mão-de-obra é cada vez menos qualificada e portanto menos flexível em termos de procura de emprego.
Já devem ter sido produzido resmas de documentos em que o abandono escolar é tratado ao nível das suas causas, mas o importante é actuar sobre estas e não produzir relatórios sobre elas mesmo. São precisas soluções e não inventários.
Parece claro que temos que aumentar a qualidade da escola pública, aumentar os indicadores económicos e de bem-estar das famílias, evitar reformas do ensino sobre reformas, tornar a escola atractiva, impedir a indisciplina e acima de tudo produzir um ensino voltado para a realidade.