quinta-feira, abril 30
Lisboa: ainda há esperança
quinta-feira, fevereiro 5
A candidatura do Dr. Santana
A última experiência desta dupla de partidos no governo traduziu-se no pior que já se viu aqui pelo burgo. A experiência autarquia em Lisboa transformou a cidade num caos total e completo que ainda agora os lisboetas pagam a factura.
Como o homem não desiste de “andar por ai” lá vamos ter que o aturar até ás eleições autárquicas.
sexta-feira, janeiro 2
Gebalis
sábado, dezembro 20
Pacheco Pereira e a táctica do PCP
Por favor não se esqueça que para votar em Santarém tem que mudar o seu recenseamento eleitoral. As coisas que eles inventam.
segunda-feira, dezembro 8
O BE em Lisboa
segunda-feira, novembro 10
Santana à espera
sexta-feira, outubro 24
quarta-feira, outubro 22
Santana, sempre ele
sexta-feira, outubro 17
Pacheco Pereira e Santana Lopes
terça-feira, outubro 14
Devolução das casinhas de Lisboa
Fico à espera de mais pedidos para entregarem a casinha. É o mínimo que se exige.
segunda-feira, outubro 13
Casinhas de Lisboa
Quem mais?
terça-feira, setembro 30
As casinhas de Lisboa (continuação)
Ontem Ana Sara Brito, com António Costa a seu lado, deu uma conferência de imprensa. Ficamos então a saber o seguinte:
1. As casas distribuídas sem “rei nem roque”, o mesmo é dizer sem obedecer a normas claras, não fazem parte da habitação social que a câmara constrói e onde depois realoja os munícipes carenciados;
2. Que a vereadora usufruiu de uma casa até 1987, tendo entregue as chaves quando assumiu o pelouro da habitação no mandato de Sampaio;
3. António Costa está na disposição de divulgar uma lista com todos os beneficiários de casas (apenas espera um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados);
4. Sobre a existência de um futuro regulamento, António Costa, afirmou que “lá chegaremos”.
O facto das casas distribuídas não serem de habitação social, não deixam de ser património da autarquia e, por consequência, a sua atribuição deve ser regulamentada e cada casa atribuída deve ser devidamente fundamentada. Atribuir casas sem critério, dá no que deu, ou seja, servem os amigos e as cunhas.
Não sei se Sara Brito de deveria demitir, mas deveria ter solicitado um inquérito, de forma a todos compreendermos se, pelo menos, no seu caso houve critério, ou apenas amizade. Os cidadãos de Lisboa iam gostar de saber.
Este saco azul de habitação gerido de uma forma casuística não é uma coisa que nos orgulhemos, e quanto mais depressa acabarmos com ele melhor.
segunda-feira, setembro 29
As casinhas de Lisboa
O sempre eterno vereador da CM Lisboa, Pedro Feist, afirmou ao Expresso, que pediu uma casa para um seu motorista que morava na Curraleira.
O Baptista Bastos tinha uma casa a cair e, como não tinha dinheiro para as obras, pediu uma casa. Casa que lhe foi atribuída, mas para quem não tinha dinheiro para obras, foi a correr comprar uma casa em Constância.
O Dr. Santana, também tinha um motorista que morava fora de Lisboa, logo o melhor era arranjar uma casa em Lisboa. Casa esta, que nunca habitou.
Li igualmente no Expresso, que um senhor pediu uma casa porque se divorciou. Agora voltou a casar, mas não entrega a casa com o argumento que se pode voltar a divorciar. Dificilmente encontraremos melhor explicação.
Uma vereadora, Ana Sara Brito, também tem uma casa atribuída pela autarquia. Parece que hoje se vem explicar aos cidadãos de Lisboa.
Milhares de cidadãos vivem em situações miseráveis, mas para alguns, basta uma cunha para terem uma casa, com uma renda baixa e uma óptima localização.
sexta-feira, setembro 26
Lisboa Romana
O horário é o seguinte: 10h às 18h. Boa visita.
Arranja-me uma casinha
sexta-feira, setembro 12
Antes o poço da morte que tal sorte
quinta-feira, agosto 7
Vai custar mais entrar em Lisboa
Boa medida, mas prevejo algumas dificuldades na implementação. Vamos ver como tudo isto se traduz na prática.
segunda-feira, julho 7
sábado, maio 24
O que tu queres sei eu
quinta-feira, abril 10
Frente ribeirinha de Lisboa
Ele há cada coisa, que até parecem duas. De manhã fomos confrontados com a notícia que iriam ser gastos 5 milhões de euros em fogo de artificio: Um dos pontos mais polémicos foi o anúncio de um espectáculo de fogo-de-artíficio e som, que a sociedade pretende dar em frente ao mosteiro dos Jerónimos para comemorar o centenário da República, e que vai custar cerca de 5 milhões de euros.
Pela noite ficamos a saber que: Júdice explicou ao SOL que o documento refere uma verba de cinco milhões de euros «para construir uma infra-estrutura para espectáculos de luz e som em frente aos Jerónimos e um centro de interpretação dos Descobrimentos dentro do mosteiro». Isto, «se o IGESPAR aceitar, claro», diz, referindo-se ao instituto público responsável pela protecção do património.
Em que ficamos?

